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CAZUZA

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CAZUZA  Li que "Cazuza" era apelido que dava, nos muitos antigamentes, aos pirralhos que não eram batizados e acontecia de, eventualmente, demorar tanto para deixar de ser pagão, que o apelido grudava.  Essa informação, lida aleatoriamente, remeteu-me ao Cazuza do século XIX, o escritor e político cearense e FILHO DE PADRE, José Martiniano de Alencar - vulgo José de Alencar. Ter vivido entre as saias da mãe e das tias provavelmente criou um sentimento protofeminista no nosso Cazuza, isso eu defendia a partir de seus romances. Mas esse apelido, Cazuza, e - eventualmente - não ter sido batizado, mesmo sendo filho de padre... faz-me pensar o quanto esse apelido não há de ter lhe pesado na vida, ainda mais em uma sociedade essencialmente católica como éramos no século XIX. É óbvio que estou aqui tentando ligar pontos de diagramas aparentemente diferentes, por favor, entendam este texto como um exercício de imaginação, apenas. Tergiversando só. Mas pensar nesse cont...

Faltam 17 dias: enfeites natalinos

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FALTAM 17 DIAS - ENFEITES Desencaixotar os enfeites Em uma melancolia nublada Memórias de natais passados Questionamentos mil Enfeitar portas e cantos Iluminar casa Aquecer coração. ENFEITAR PARA O NATAL É meio sorumbático enfeitar a casa - ainda mais quando há tantas lembranças de natais passados com os parentes queridos - que já se foram. É muito gratificante enfeitar a casa - e lembrar que houve tantos natais alegres e cheios de gente querida - que ainda estava aqui. É importante - embora melancólico - resgatar as boas lembranças vividas. Máscara no rosto, flanela na mão: partiu desencaixotar os enfeites natalinos!

Tarot Cary - Destino

TAROT CARY  parte 2 - DESTINO Antes de mais nada, imaginem esse quadro vivo: • Uma moldura aberta embaixo de trepadeiras; • ao fundo, um bosque desfocado; • em cima, pequenos frutos verdes em alguns galhos à esquerda, outros maduros (amarelos) mais à direita; • ao centro, uma moça/mulher de idade indefinida, como se metade de seu rosto fosse ainda jovem e a outra metade, madura; • essa figura feminina está de pé, com as pontas dos pés descalços voltados delicadamente para cada lado,  calcanhares sobrepostos: o esquerdo à frente e o direito, atrás; • suas roupas remetem às de uma camponesa da idade média: vestido e avental - sendo o vestido amarelo mais claro que o avental em tom terra avermelhado, mal alcançando os calcanhares, vê-se a barra da anágua por baixo do vestido, mangas 3/4, decote quadrado, cintura levemente franzida, dando volume à saia, peitilho do vestido com cruzamento de cordão; • os cabelos soltos, meio ondulados - ondas largas - volumosos e castanhos, co...